domingo, 2 de agosto de 2009

Viajem: 5000Km com uma Dt200 !!

É algo dificil de se ver:

Com apenas 19 anos,Marcus Dt viajou 5000 Km em cima de uma Yamaha Dt200 indo do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul em um período total de 14 dias!

Acompanhe o relato original cedido por ele ao Ciclo2tempos:
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Saí do Rio dia 05/07/05 com o hodômetro marcando 18.205 e retornei com 23.136 , totalizando 4.931 kms rodados. Só de estrada mesmo foram 4.630km (segundo o diário e o guia 4 rodas os 300 "a mais" foram de voltinhas pelos locais visitados).

Até então, minha viagem mais longa havia sido para São Tomé das Letras – MG, com o Clube XT600, onde rodamos 450 kms em umas 10 horas (comboio grande e muitas paradas, só curtição !!!), não tinha muita noção do que seria rodar mais de 600km num dia. Li muito sobre gente falando que rodava 900 – 1000 kms tranqüilamente, então achei que seria tranqüilo, nem me preocupei muito.


Eu e meu avô no momento da partida


1º Dia: Rio de Janeiro / RJ - Itanháem / SP – 610kms – Terça, 5 de Julho

A saída foi por volta das 8:30 da manhã, meus avós e minha mãe desceram comigo até a garagem, me ajudaram a terminar de montar a moto e eu prometia que ligaria a cada parada mais longa (almoço e chegada).

Esse seria o trecho mais conhecido de toda viagem, eu já conhecia bem a estrada até Mangaratiba, um pouco até Paraty e daí pra frente não conhecia mais nada.

Em geral, todas as paradas foram estudadas e planejadas, logo em Itanhaém não foi diferente. Não gosto de pegar a Dutra (a 100~110km/h “nego” passa por cima), então iria pela Rio-Santos (não passei em Santos, optei por passar fora e ir por Cubatão) que gosto bastante e o outro motivo é que o Ribeiro (Clube XT600), que conheci em São Tomé das Letras em 2004, mora lá e o objetivo da viagem também era conhecer/rever os amigos.

Logo nos primeiros kms (logo depois da Grota Funda) levei um susto, uma van freiou do nada no meio da estrada (sim, para pegar passageiro !) e eu quase entrei com tudo... acho que foi bom, serviu para eu acordar, ainda estava meio pensativo e com sono!!!

Parei para abastecer em Angra, tirei uma foto da Usina Nuclear e o próximo abastecimento foi em Ubatuba (impressionante a mudança de sotaque em apenas uns 150km !). Nunca havia passado por essa cidade.

A primeira parada longa (abastecimento / almoço / arrumar tralha) foi em São Sebastião, parei no posto onde me indicaram um restaurante barato e... o cardápio? Dobradinha ou Costela.... bom, até como dobradinha, mas fora de casa não tive coragem ehehe!!! Sobrou a costela, só tinha osso, mas até que o arroz e o feijão estavam bons.....

Outro detalhe, sempre que rodo mais do que 450km é preciso reabastecer o Autolub (não sei ao certo a autonomia, mas procuro não passar disso), logo preciso tirar o banco da DT... agora imagina, tenho que tirar os alforges e a mochila, é muito chato.

De São Sebastião para frente foram mais uns 200km de MUITA CHUVA, o trecho é cheio de serras travadas.... não deu para curtir muito as curvas e a tensão foi grande, todo cuidado era pouco. Sem pressa e com botas e luvas ensopadas cheguei em Itanhaém, onde fui muito bem recebido pelo já conhecido e amigo, Ribeiro (famoso Mick Jagger!!!).

2º Dia – Itanhaém / SP – Curitiba – PR – 420kms – Quarta, 6 de Julho

Lembrando o dia anterior, pelo menos de DT, pensei: “não é fácil rodar mais de 600 kms”. Nos trechos bons, com chuva e estrada travada, 100~110 km/h foi o meu limite, mais do que isso, certamente estaria correndo risco (saco cheio, falta de atenção, sono...). Minhas botas de trekking da marca Nômade, embora muito resistentes, confortáveis e impermeáveis (para atravessar rios), na moto não foram nem um pouco impermeáveis.

Cheguei com elas cheias d’água. Não havia tempo para secar e o segundo dia de viagem seria novamente debaixo de muita chuva. Tinha 2 opções: colocar sacos plástico nos pés e calçar a bota ou colocar o tênis (protege nada e está apertado) e polainas emprestadas. Não escolhi nenhuma, o Ribeiro me deu uma galocha (essas botas de plástico!!), que foi muito utilizada durante a viagem. Brigadão Ribeiro !!


O dia amanheceu com chuva, mas dessa vez eu estava preparado: capa de chuva Alba, galochas emprestadas e ao invés das luvas da Fox, coloquei as luvas de látex com luvas de lã por baixo... sem proteção, mas a mão fica seca – he he!!! O trecho era mais curto (420kms), mas em compensação era a Estrada da Morte (Régis Bittencourt), onde perdi um irmão em acidente de carro.

Estava bastante apreensivo, mas com os conselhos dos amigos deu pra ter uma noção do que era aquela estrada, que hoje, muito menos perigosa (duplicada, com asfalto sem grandes buracos), basta tomar cuidado com os caminhões e evitar andar na esquerda (passa carro a milhão), que dá pra chegar inteiro. Como disse, para a chuva estava preparado (e ela caiu !), já para o frio, putz. Saí de Itanhaém com uma temperatura agradável, então não me agasalhei direito, logo que subi a serra as mãos queriam congelar.

Andei uns kms e avistei “jaquetas de couro, a partir de 99 reais”. Jaqueta não me interessa, mas vamos ver se tem luvas. Peguei um par, vesti e se custasse 100 reais pagaria.... Quanto é ? - 15 reais... foi o que me salvou, essas luvas realmente esquentam (peguei 3ºC com elas e uma térmica por baixo, sem frio).

Não tem muito o que dizer sobre a Régis em dia chuvoso, 3 caminhões tombados... Quase chegando em Curitiba vi a placa “Estrada de Graciosa a 300m”, lembrei dos conselhos: “Com chuva, não desça...”. Olhei pro relógio, ainda era cedo, ia descer nem que fosse do lado empurrando a moto.... tirei uma foto no portal e botei pra baixo. Tudo fechado, quase nenhum carro e muita beleza. O visual é maravilhoso, embora lá em cima estivesse chovendo, na Serra a chuva praticamente parou e tinha pouca neblina.


Portal da Serra da Graciosa


Desci até Morretes-PR e retornei pela BR 277. Foram uns 80km até Curitiba, sem dúvida os mais caros e frios que já passei, pedágio de 4,90 para moto, um absurdo ! Nunca fui a Curitiba, não tenho nenhum familiar lá, não conheço nada. Fui entrando, até que avistei a cúpula de vidro do Jardim Botânico... É aqui mesmo, não teria referência melhor!

Jardim Botânico de Curitiba


Peguei a listinha e liguei para o amigo Calixto. Em 15 minutos o cara tava lá!!! Putz, não acreditei. Não o conhecia, no máximo troquei uns 3 posts com ele e tinha falado 1 vez no telefone e o cara sai do trabalho mais cedo pra me buscar? Me levou em sua casa, onde sua esposa preparou um ótimo lanche, pude ler o M@D e depois o cara ainda me levou na casa do Ricardo, outro companheiro que eu mal conhecia. Ele tinha me dado uns conselhos sobre a viagem, a gente tinha se falado 1 vez no telefone e o cara ia me hospedar em sua casa? Sem dúvida me senti em casa, Ricardo e sua mãe Margareth, são 10. Me deram muita força, conselhos e o cara ainda fez um mapa pra mim - brigadão amigos!!!

3º Dia – Curitiba / PR – Florianópolis / SC – 300kms – Quinta, 7 de Julho

Após tomar um ótimo café na casa do Ricardo, sua mãe ainda me deu algumas frutas para levar na viagem. Era curta a etapa, cheguei 13:30 em Floripa, onde também não conhecia nada, ninguém ! Logo ao entrar na cidade já fiquei perdido, tive que escolher entre Sul e Norte, escolhi o Sul... fui tocando, tocando e não achava nenhum local de parada.

Depois de atravessar um túnel, achei um posto Shell e uma Casa do Cano, parei ali mesmo. Antes de ir, falei com o Cicero se poderia ficar na TOCA e já estava combinado. Ele ainda me disse que se eu chegasse até 13:30 poderia me buscar onde estivesse. Então, liguei para ele e disse onde estava... 10, 20, 30, 40 minutos e nada!!! Ué, será que Floripa é tão grande assim eh eh?? Liguei de novo e ele disse: “Já fui em 3 Casas do Cano, onde tu ta??” Eh eh !!!! Ele precisou trabalhar, me deu o bairro e disse que sua esposa poderia me buscar caso não achasse o endereço.

Nesses 40 minutos que fiquei na quarta Casa do Cano conversei com um vendedor e um motociclista, quando contei minha dificuldade o motociclista fez questão de me levar até o tal bairro... “motociclistas solidários nunca se encontram solitários...” é isso ! Ele me levou até uma padaria e eu liguei para Lourdes, esposa do Cicero, que em 5 minutos estava lá para me buscar!!


"Com o Cicero, na TOCA"


Me alojei na TOCA, um local muito agradável, criado pelo Cícero e Lourdes !!! Ainda pude secar minha bota e luvas na secadora da casa, comi bolo, tomei chimarrão, muito legal mesmo...brigadão Cicero e Lourdes ! A noite liguei para o Edu, que fez questão de marcarmos um encontro. Bom, eu não conheço nada de Floripa, não sabia nem explicar onde estava. Com a ajuda do Cicero, marcamos em um bar que era pertinho da TOCA, fomos a pé encontrar com o Edu. Foi bem legal, Edu gente muito boa mesmo! Conversamos, comemos, bebemos e depois o Edu ainda foi conhecer a TOCA - show !!!

4º Dia – Florianópolis / SC – Araranguá / SC – 220km – Sexta, 8 de Julho


Ouvi o seguinte: “De Floripa prá baixo, a BR101 tá bem ruim”! É, boa não está, mas de trail passa bem. O problema maior é que ainda não está duplicada. Porque não fiquei mais um dia em Floripa e fui para o Motoneve de lá ? Bom, o Sandro me convidou para subir no sábado com seus amigos de Araranguá para Lages, visto a pequena quilometragem de Floripa para Araranguá, arrisquei e valeu muito a pena ! Chegando em Araranguá liguei para o Sandro, que me buscou no posto, levou no hotel (Simar Hotel – 30 reais, tirando as escadarias é muito bom) e ainda almoçou comigo. Disse que queria lavar a moto, ele arrumou um posto e depois ainda me levou pra dar um rolê na cidade, que achei muito linda. Show de bola, valeu mesmo! Não ficou por aí, a noite fomos num rodízio e para surpresa Haroldo e Laudi também foram, a noite foi bastante
agradável, comi muito bem e conheci mais gente legal.




5º Dia – Araranguá / SC – Lages / SC – 250kms – Sábado, 9 de Julho

Como disse, o Sandro ia subir com uma turma para o Motoneve, então essa parte da viagem não viajei sozinho. Fomos em um comboio de umas 15 motos e 1 carro de apoio, filmando. Esse trajeto passa pela famosa Serra do Rio do Rastro, inesquecível, São Joaquim (não, não estava frio!!!!) e chegamos em Lages, onde ocorria o 10º Motoneve.

A melhor parte do encontro foi encontrar novamente o amigo Ricardo, de Curitiba e conhecer a galera de Porto Alegre e proximidades (Master_One, Kaka, Cris...), porque o Encontro propriamente dito.... sei lá, cheguei a conclusão que não gosto de encontro (zoeira, gente quase te atropelando, quase derrubando sua moto, etc).
Rio do RastroSerra do Rio do Rastro

Serra do Rio do rastro



6º Dia – Lages / SC – Turvo / SC – 250 kms – Domingo, 10 de Julho

Mesma estrada do dia anterior, ótimas curvas e belas paisagens. Sandro fez questão de me levar até Turvo, na casa do Haroldo, por onde passaria 2 noites. Cheguei lá, fui recepcionado pela minha “namorada" Brigitte e ainda pude lavar minhas roupas (minha blusas térmicas estavam imundas). Também pude postar no M@D, fiz um CD com as fotos, comi lingüiça de microondas (boa demais !).... Haroldo e Laudi, vocês são 10!!! Novamente, fui muito bem recebido e conheci pessoas maravilhosas, não tem como explicar, não há dinheiro que pague isso !


7º Dia – Turvo / SC – Cambará do Sul / RS – Turvo / SC – 250~300kms – Segunda, 11/07

Acordei cedo, fui imprimir uns mapas com o Haroldo e parti rumo ao Itaimbezinho. Esse seria o primeiro dia com estrada de chão no percurso e o com as mais belas paisagens do percurso, estava bastante curioso com o que veria. Fui até Praia Grande e rumei para o Itaimbezinho, que para minha surpresa estava fechado, fazer o que? Então vamos para o Fortaleza, que segundo informações da amiga Fernanda é mais bonito ainda (valeu a dica!!!).

Foram mais uns 50km de estrada de chão, uma delícia. Na divisa entre SC/RS parei para perguntar sobre o caminho e os fiscais ainda me ofereceram pinhão, comi alguns e fui com destino a Cambará do Sul, onde seguiria até o Fortaleza

Canyon Fortaleza - Parque de Aparados da Serra



8º Dia – Turvo / SC – Bento Gonçalves / RS – 300km – Terça, 12 de Julho

Após ser acompanhado até a saída de Turvo, pelo Haroldo, era preciso continuar. Gosto da dúvida, de não saber o que vou encontrar pela frente e ainda algumas vezes, da solidão. Portanto, optei em passar pela Rota do Sol, que ninguém sabia ao certo me dizer quantos kms de estrada de chão tinha, se havia postos de abastecimento, etc. Saí cedo, pois ainda precisava fazer uns acertos na moto. Fui até Torres, na concessionária Yamaha Moto Pinho, onde comprei Yamalub 2T, troquei o óleo da caixa e estiquei a corrente.

Em Terra de Areia peguei a Rota do Sol, lá me informaram melhor o que viria. Seriam aproximadamente 30 km de estrada de chão (22, asfalto, depois mais 8 de chão) e foi isso aí mesmo. A estrada é rústica, pouco movimento e com 70km sem postos de gasolina (quase fico sem !). Quando achei um posto era uma “bimboca”, uma casa com 3 bombas e gasolina a 2,69!!!. Mas não estava batizada e a motinha seguiu valente até Bento Gonçalves.

Chegando lá, parei logo na entrada, no Pipa Pórtico e liguei pro Evandro que saiu do trabalho e foi me recepcionar. Fomos em 3 pousadas, escolhi a Casa Mia (30 reais a diária). A noite fomos para casa de seu sogro, eu, ele e o Muthlin, onde conversamos sobre a vida no sul, etc.

9º Dia – Arredores de Bento Gonçaves (Vale dos Vinhedos, Carlos Barbosa...) – 60kms – Quarta, 13 de Julho

Esse dia tirei para relaxar.... maaaas a noite, teve um churras organizado pelo Evandro.


Rota do vinho

Conheci uma galera muito maneira, ganhei um presente do Muthlin - uma camisa do Motogrupo Rotas do Vinho (www.rotasdovinho.com.br) – e comi bastante ! O motociclismo é uma coisa inexplicável, é aquilo, só quem vive sabe como é... Fui muito bem recebido por todos, Evandro gente boa demais.... valeu por tudo cara!!!

10º Dia – Arredores de Bento Gonçalves (Gramado, Canela, altas Serras!!) – 300km (me perdi) – Quinta, 14 de Julho

Deixei de preguiça e fui conhecer um pouco das Serras Gaúchas... Estava a caminho de Feliz, rodei uns 20km errados, tive que voltar (perdi a entrada para Feliz) mas, beleza ! No rumo de Gramado, tem uma estradinha de chão com uma placa de rampa de Vôo Livre, é claro que subi....


Gramado

Na volta me perdi de novo, em Nova Petrópolis tinha que ter pego para Caxias do Sul peguei para Porto Alegre, mais uns 30km errados (ainda bem que era de Serra !).


11º Dia – Bento Gonçalves / RS – Curitiba / PR – 620 kms – Sexta, 15 de Julho


Antes de ir, 7h da manhã o Evandro passou na Pousada para me desejar uma boa viagem... Valeu cara!!! Seria outro tiro longo, o mais longo de toda viagem. Optei em voltar por um caminho diferente (na ida fui pelo litoral - BR101), BR116. Diferente da 101 que é cheia de cidades “famosas e badaladas”, a 116 passa por cidades pequenas, algumas que não tem NADA. A sinalização não é das melhores, mas eu não gosto de passar pelo mesmo caminho duas vezes, então foi a escolha mais racional.

Aqui começou a volta para casa, pensei muito nesses 600km até Curitiba. Quando cheguei a Curitiba, fui até a Yamaha da Marechal Floriano, onde fui mal atendido (isso porque fui comprar Óleo 2t....). Contatei com o companheiro Calixto que estava envolvido com um acidente grave na família e também com o Ricardo. Esse último me levou para sua casa, onde me instalei e fomos para o Centro Cívico, onde conheci mais gente de Curitiba e revi tantos outros.


12º Dia – Curitiba / PR – Itanhaém – 420kms – Sábado, 16 de Julho

Sai de Curitiba totalmente agasalhado, após descer a serra começou a sauna hehe... Tirei 2 blusas térmicas, mas ainda debaixo da calça estava uma calça de lã e outra de moleton... viagem tranqüila e bastante quente, é a volta ao “normal” !!! Ao chegar a Itanhaém estava rolando a maior festa na Toca do XTzeiro, muito legal mesmo, pude rever uns amigos e conhecer outros.... foi a maior curtição!!!! Muito bom ser recebido por uma galera dessas, fiquei muito feliz mesmo.

13º Dia – Mais Festa... – Domingo, 17 de Julho

Tinha ido durmir as 4:30 da manhã, mas mesmo assim pontualmente as 8h acordei e arrumei a moto. Quando a galera viu não me deixou partir... ainda bem, além de cansado valeu muito a pena passar o domingo por lá. Dei um rolé por Itanhaém com a galera do Clube XT600, fomos conhecer a nova Toca do XTzeiro e depois paramos num Quiosque para comer uma manjubinha frita.... delícia !

14º Dia – Itanhaém / SP – Rio de Janeiro / RJ – 610kms – Segunda, 18 de Julho

Acordei cedo, comi uma Pizza de café da manhã e parti. “Radical” e a Dri (Clube XT600) me acompanharam até a entrada da Imigrantes, depois segui por mais uns 200km e a chuva desabou. A partir de Maresias fui até o Rio debaixo de chuva, mas deu tudo certo.

Sem dúvida essa foi uma das melhores viagens / experiências da minha vida. Fiz muitos amigos, conheci diversos lugares.... valeu muito a pena ! Se dá medo? Sim, dá bastante medo.... mas é maravilhoso. Quem tem vontade de fazer, faça !!!!
Valente DT !

OBRIGADO A TODOS POR TUDO !

......melhor que viajar, é viajar fazendo amigos....!



Meus agradecimentos á MotaHc pela indicação da matéria e ao Marcus Dt!abraços!



[[Ciclo2tempos]]

2 comentários:

Junio disse...

Valente hein, minha Dtzuda é igual a do brother ai, só queria saber se o fato de estar misturando no tanque e usando YPVS mecânico posso meter ela na estrada tamb´me sem medo de ser feliz ?

Anônimo disse...

Carvalho Itabuna Bahia

carvalhopm04@hotmail.com

Boas fotos, gostei da matéria, apesar de ja fazer um bom tempo.
Gostaria de saber se vc ainda tem essa moto?
Tenho uma 98/98 azul c/ emblemas 97igual a sua.